Viver sem baratas e outros insetos

Viver sem baratas e outros insetos

Viver sem baratas e outros insetos – As baratas são insetos de hábito noturno, durante o dia escondem-se em frestas de muros, em baixo de pedras ou em esgotos. Estes insetos tornaram-se domésticos e todas as residências convivem com este problema, que pode ser evitado e controlado.

Viver sem baratas e outros insetos

Não devemos subestimar os malefícios causados pela convivência forçada com estes insetos. Pela diversidade de oferta de alimentos e habitat propícios à sua proliferação, eles se reproduzem com velocidade, adquirindo resistência aos tratamentos tradicionais de combate.

Nos grandes núcleos populacionais, a barata se apresenta como o inseto mais comumente encontrado. A barata não deve apenas ser encarada como hóspede incômodo e indesejável, devido ao seu aspecto repulsivo e ao odor desagradável. Ela é um inseto nocivo à saúde em função de sua capacidade potencial de transmitir doenças.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estes insetos são agentes transmissores de doenças causadas por bactérias, como a furunculose, lepra, tuberculose, poliomielite e diarréia. Existem no mundo, cerca de 20 espécies de baratas domésticas.

No Brasil, existem muitas espécies de baratas, no entanto, a grande maioria de hábitos silvestres. As espécies urbanas mais comumente encontradas são as francesinhas – Blatella germânica e a barata de esgoto – Periplaneta americana.

O “voar das baratas” está intimamente ligado ao período de acasalamento, geralmente ocorrendo durante o verão. A barata de esgoto é capaz de viver até 4 anos, enquanto a francesinha não vive mais do que 1 ano. Ambas gostam de se refugiar em frestas e fendas, locais onde passam cerca de 75% dos seus dias.


Locais propícios a infestação

áreas de armazenamento

– áreas térreas

– cozinhas

– galerias subterrâneas

– despensas

– tubulações

– fornos

– caixas de esgoto

– frigoríficos

– caixas de gordura

– freezers

– caixas de passagem

– estufas e coifas

– caixas de força

– sob pias

– ralos

– sob bancadas

– cisternas

– atrás de quadros, painéis

– tubos de queda

– caixas de interruptores

– áreas de serviço

– pés vazados de mesas, cadeiras

– banheiros

– ao longo de tubulações

– atrás de cortinas

Existem uma série de tratamentos que utilizam a aplicação de inseticidas sem a necessidade de remoção de pessoas ou animais durante a aplicação, procure por eles.


Como prevenir

– Manter alimentos guardados em recipientes fechados.
– Conservar armários e dispensas fechados, sem resíduos de alimentos.
– Verificar periodicamente, frestas e cantos de armários e paredes.
– Eliminar eventuais esconderijos de baratas, vedando frestas e outros espaços pequenos e úmidos, diminui consideravelmente a probabilidade delas surgirem.
– Evitar acumular detritos e restos de alimentos sobre a pia, o lava-louça e o chão da cozinha. Mantenha o lixo em recipientes fechados.
– Esta não é uma recomendação que seja suficiente para exterminá-las, pois há materiais como cola, sabões, suor e papelão, que são fontes de hidrocarbonetos: um verdadeiro banquete para as baratas.
– Remover e não permitir que sejam amontoados: caixas de papelão, jornais, revistas e lixo em locais não apropriados.
– Manter caixas de gordura e galerias limpas e bem vedadas.
– Colocar tampas em ralos de áreas lavadas.
– Colocar borracha de vedação na parte inferior externa das portas.
– Manter bem calafetados as junções de revestimentos de paredes e pisos.
– Ficar atento com os tetos rebaixados.
– Limpar periodicamente a parte superior de quadros ou painéis.
– Remover e destruir ootecas (ovos de baratas).
– Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho, protegendo os teclados dos computadores das migalhas de pão, biscoito, etc…
– Providenciar a vedação ou selagem de rachaduras, frestas, vasos, fendas, que possam servir de abrigo para as baratas.
– Praticar limpezas úmidas totais, tantas vezes por dia quanto necessário para manter desengordurados, pisos, coifas, fogões e maquinários.


Cuidado também com outros insetos.

Pulga

É o nome comum dos insectos sem asas da ordem Siphonaptera. As pulgas são parasitas externos que se alimentam do sangue de mamíferos e aves. Estes animais podem transmitir doenças graves como o tifo e a peste bubónica.


Mosca doméstica (Musca domestica)

é um dos insectos mais comuns e um membro do grupo das moscas (ordem Diptera). A mosca pode pousar em comida , contaminando-a de bactérias e tem sido, durante os tempos, responsável por inúmeras propagações de doenças.

Mosquito e pernilongo são termos gerais para designar diversos insectos da subordem Nematocera, especialmente os da família Culicidae. As fêmeas são também conhecidas como melgas ou tropeteiros, designações de carácter popular ou regional.

Como os outros membros da ordem Diptera, os mosquitos têm um par de asas e um par de halteres, que são modificações das asas posteriores usadas como órgãos de equilíbrio. Nos chamados mosquitos a probóscide (tromba) está adaptada para a sucção de líquidos como néctar, seiva ou sangue.

Em geral, apresentam dimorfismo sexual acentuado: os machos apresentam antenas plumosas (como pequenas árvores de natal), e as fêmeas apresentam antenas pilosas e são muito mais corpulentas; em quase todas as espécies elas alimentam-se de sangue de vertebrados (incluindo o homem) para maturar seus ovários antes de pôr os ovos.

O tamanho varia, mas é raramente maior que 15 mm. O peso dos mosquitos é apenas de 2 a 2,5 miligramas. Eles conseguem voar de 1,5 a 2,5 km/h. Os mosquitos existem há 170 milhões de anos (Jurássico médio).


Há cerca de 2.700 espécies de mosquitos, organizadas em cerca de 35 géneros. Muitas destas espécies são vectores na transmissão de doenças para o homem, como por exemplo:

Carrapato ou carraça é um artrópode da ordem dos ácaros, classificado nas famílias Ixodidae ou Argasidae. São ectoparasitas hematófagos, responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças.

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